Estou bem atrasada. De fato. Mas o blog é um reflexo do que tenho vivido: Estou inteiramente dedicada a Rubi. Penso que a melhor maneira de explicar essa nova fase da vida é com o que melhor eu sei fazer, escrevendo.



--------------------------------------------------------------------------


1º mês
Chegou a menina de doces olhos. Ela era tão branquinha e macia que me lembrava um algodão. Quanta delicadeza havia em seus traços. Não nasceu nem careca como a mãe, nem cabeluda como pai, meio termo. A cada dia seu cabelo caía mais, não via a hora de se tornar loirinho. Eu passei noites em claro. Não porque ela dava trabalho ou era geniosa como a mãe, mas por não querer perder um segundo da sua vida. Tanto medo eu senti. Vou dizer nas claras palavras que rondavam a minha mente: Eu tive medo de que ela morresse e eu não fitasse mais teu doce olhar. Já aconteceu outrora e por isso eu sabia que nossa convivência seria difícil. Eu com minhas aflições. Ela com suas necessidades. Eu assustada, e ela também. Houve um dia em que Rubi engasgou, o primeiro deles - foram tantos. Engasgo normal de bebê guloso que abusa na sucção do peito e se afoga no leite. Mas para mim... ah, era como repetir a mesma cena de quando teu irmão adoeceu, tudo começou num momento de engasgue e os minutos seguintes mudaram minha vida. Era como um teste. Uma tortura talvez. Acredite, eu me mantive calma nessa e em todas as outras vezes que se sucedeu. Não deixei que meus pensamentos atrapalhassem o auxílio que ela necessitava. Me peguei em vários momentos a comparando à Benício. Eles eram parecidos, apenas isso. Em tudo se diferenciavam. Rubi crescia ferozmente! Desde o primeiro dia agarrou meu peito e não soltou mais. Seus olhos se tornaram multicoloridos com o passar dos dias. Hora azul, hora verde, mas acho que já se definiu castanho. Conversava o tempo todo. Exigia atenção, queria beijos e mais beijos. Se felicitava especialmente quando papai e mamãe cantavam e dançavam com ela, fazendo hot dog de Rubi. Foi um mês difícil, cheio de realizações e recordações. Ao mesmo tempo que sorriamos e agradecíamos por tua vida, chorávamos abraçados o receio de teu sofrer. Nos esforçamos. Tentei ser a melhor mãe que ela pudesse querer, espero ter conseguido agradá-la. Ainda não acredito que só nos conhecemos há um mês, eu poderia dizer que a tenho a vida toda.

Algumas fotos do Mês Aniversário feito com todo carinho pela minha mãe:



Dói. É difícil. Tem que insistir. Dá febre. Empedra. Racha. Arde. Enche muito. Ou parece pouco...
É fácil ver essas opiniões por aí numa rápida pesquisa ou perguntando à amigas que já são mães. Não vou dizer que é mentira, é isso, e muito mais.

Nenhum seio é idêntico, assim como nenhuma mãe e sua forma de amamentar. Vou lhe dizer: amamentar é oferecer amor em forma de leite. Por isso é importante que você se dedique. Seu bebê passou nove meses dentro de você, acha que ele não conhece o seu coração? Rubi sabe bem se estou mais agitada, triste, alegre, tranquila. Nós criamos esse elo e você precisa criar com o teu filho também. Acredito que as emoções são transmitidas nesse momento.

O leite a princípio é amarelado e com aspecto "gordo" (foi a definição que o sr. Barrili deu), chamado colostro.  Um pouquinho já irá saciar pois o recém nascido possui reservas de água no estômago. É considerado a primeira vacina por ser rico em proteínas e anticorpos. Ou seja, você precisa oferecer isso para o seu bebê!

Ainda na maternidade
Independente do tipo de parto, ofereça o seio assim que possível. Não espere o bebê chorar e te desesperar tentando segurar ele, o seio e ainda ter que ver se a pega está correta. Não se importe com a quantidade, segure o bebê até que o mesmo largue o seio. Caso tenha dificuldade com a pega, peça ajuda à enfermeira ou pediatra. Em algum momento o pediatra vai lhe visitar para verificar se já conseguiu amamentar, é um pouco constrangedor, mas não se acanhe em pedir ajuda. Na maternidade em que Rubi nasceu, a pediatra chegou me amedrontando. Não é que fosse grosseira, mas me senti um pouco tensa e inibida quando ela disse: "Já trouxeram o bebê? Já conseguiu amamentar? Não basta ter leite, você tem bico? Já te avisaram que você só vai ter alta quando estiver amamentando direitinho?". Sério, ela era sinistra. Mas eu sou mais, risos. No momento em que trouxeram a Rubi do berçário, coloquei a menina para mamar e de primeira acertamos. Sorte? Pode ser. Pois eu penei com meu primeiro filho.

Com Benício, o primogênito, a história foi diferente. Na maternidade, passei a madrugada inteira tentando encontrar uma posição que não doesse por causa da cesárea, eu tinha bico invertido, seios enormes e ele era preguiçoso. Insisti, chorei, achei que não estava saindo nada, fiquei com raiva. Tudo errado, agora eu sei. Até menti para a enfermeira, dizendo que tinha conseguido só pra não dar leite artificial no copinho - não foi negligência minha, como disse logo acima, os recém-nascidos possuem reservas de energia suficientes para ele esperar. Olha, eu sofri. Sofri lá e em casa. Tirava leite na bombinha pra dar à ele na mamadeira, até complementava com leite artificial (vejam só vocês, logo eu que esbanjo jatos de leite! Mas não sabia como tirar do seio), como se eu fosse deficiente e não pudesse amamenta-lo sozinha! Chorei muito por isso, mas não desisti em momento algum. Então, mãezinha que está sofrendo pra amamentar, eu conheço o teu coração. Não desista. Eu sofri porque fui uma mãe boba que não pediu ajuda.

Sobre a pediatra, ela voltou pra me fiscalizar e eu estava sentada com a Rubi mamando ferozmente. Perguntei se estava sugando corretamente e ela disse: "Está perfeito, as outras mães estão sofrendo pra conseguir, parabéns!". Ai que orgulho, minha gente!!!

Lar doce lar
Nada como estar em casa. Especialmente para sentar na minha queridíssima cadeira de amamentação, com minha maravilhosa almofada de amamentação, com meu abajur para amamentação, risos. Eu achava tudo isso desnecessário, mas preparar um cantinho especial foi fundamental para dar tudo certo. Os primeiros dias são complicados devido ao cansaço por causa do parto e adaptação a nova rotina.

Entre o primeiro e terceiro dia o leite desce, este é mais branquinho e "ralo" (definição do sr. Barrili) e provavelmente as mamadas serão mais longas e em períodos curtos e com o tempo o organismo do bebê e o seu vão se adequando ao necessário. Até lá pode ocorrer o excesso de leite, como no meu caso. Nessa fase era tanto leite que eu tinha que extrair com a bombinha antes e após a mamada. Sim. Eu passei dias inteiros tirando leite e amamentando. Nesta fase o recém-nascido mama de dez à 20 minutos em casa seio, mas não se preocupe em ficar trocando ele de seio em todas as mamadas, às vezes sete minutinhos em um só seio já são suficientes para ele. Bebês choram se estão com fome, não se preocupe.

Auxiliares à amamentação
Meu extrator de leite é da Avent, entretanto, certamente, numa futura gestação vou optar pelo elétrico da mesma marca. Parece frescura mas experimente ordenhar o dia inteiro! Meus dedos quase atrofiaram, risos.
Além disso, precisei de conchas coletoras de silicone da Avent. Levei vários banhos de leite com ela, pois enchia rápido demais e então passei a usar mais o Absorvente para seios da Johnson. Entenda, eu tenho MUITO leite.
Tenho também mamadeiras (kit com três) e esterilizador de mamadeira (o qual o marido me fuzilou quando abriu a caixa e viu que era só um pote com furinhos que vai ao micro-ondas)... sério, nem sei se vou usar esses trecos. Acho que comprar mamadeira antecipadamente é um tiro no escuro. Rubi nem sabe o que é isso.

Quando o leite parece insuficiente
Não existe essa história de "parei de amamentar porque tinha pouco lente", pode até ser, mas se completarmos com "... e não persisti o quanto deveria.". Afinal, amamentação requer insistência. Se o bebê fica inquieto durante a mamada, parece irritado e com fome pouco tempo após, sua produção pode estar baixa. Alguns métodos naturais podem ajudar como beber muita água, evitar chupeta (para que o bebê passe mais tempo estimulando o seio), esvaziar os seios após a mamada (quando se esvazia totalmente a produção é estimulada), tomar chá de erva-doce.

Dar leite artificial pode ser uma prescrição do pediatra mas lembre-se que pouco é melhor que nada, não deixe de oferecer o seio. Se essa for a sua alternativa, tente antes disso um medicamento prescrito pelo pediatra específico para aumentar a produção, o leite que sai de seu corpo é muito mais saboroso e valioso.

Bebê preguiçoso
Eu já tive um recém-nascido preguiçoso e sei bem o que é isso. Se o seu não acorda para mamar, experimente tirar algumas peças de roupa e pode até deixa-lo peladinho. até que desperte. Outra alternativa é amamentar com o bebê mais sentado do que deitado.

Leite empedrando
Água quente ou fria? Essa é a dúvida. Se já tiver empedrado, água quente, de preferência no chuveiro e fazendo leve massagens até desobstruir cada "pedrinha" e ordenhar o excesso. Caso os seios estejam muito cheios e sem pedras, uma toalha umedecida com água fria ajuda a diminuir a produção de leite.

Pra relaxar
É normal que como mãe fiquemos receosas mas aqui vão alguns sinais de que está tudo certo:
O cocô é esverdeado escuro nos primeiros dias e logo se torna amarelo-gema;
A fralda fica encharcada de xixi;
O bebê está cada dia mais pesado;
Parece esperto e responde sinais tais como o som da voz.

Pós-mamada
Muito importante e pouco citado, os minutos após a mamada devem ser levados em conta ou o seu trabalho será prejudicado. Colocar o bebê pra arrotar é fundamental para que aquele arroto preso não faça ele golfar ou se transformar em gases intestinais acarretando as temíveis cólicas. De pé, com o recém-nascido em posição vertical apoiado no ombro, dê leves batidas sincronizadas nas costas. Aguarde 10 minutos antes de deita-lo.


Quase nada é tão gostoso quanto ver seu bebê crescendo e saber que você é a fonte de alimento que ele precisa para isso. Eu amo amamentar. Atualmente, em vinte um dias de amamentação, estamos tão sincronizadas que eu consigo amamentar, comer e visualizar mensagens no facebook ao mesmo tempo ha-ha-ha
Minha produção de leite ainda é excessiva, por isso estou doando. Sou adepta da amamentação solitária, reservada à mãe e ao bebê com clima tranquilo.
O segredo é não desistir!


Espero ter ajudado as futuras ou recém mães!
Próximo post sobre amamentação é "Amamentação emagrece ou engorda?", não percam!


Eu estaria enlouquecida. Teria de ser algo simples, em casa mesmo, por mais que merecesse uma festa grandiosa. A imaturidade da Rubi tinha que ser respeitada. Ainda assim teria bolo e balões em cores azul e vermelho, eu o vestiria com uma fantasia bem bonita, já estava nos meus planos mais remotos o Capitão América. Mas essa não é a minha história, nem vai ser.

Faz frio neste quinze de agosto, o segundo que passo sem teu cheiro. Seu aniversário não é a comemoração de seu crescimento mas a lembrança de a quanto tempo estive bem perto de você. Ó pedaço arrancado de mim, ainda dói tanto. Eu pareço forte, na real sou um poço de insegurança que chora por você ao mesmo que clama piedade divina. Eu preciso ser forte mas ainda tenho um coração e memórias e cada ano - por mais que eu me esforce em sorrir e agradecer pelo tempo em que foi meu - sua ausência vai me consumir.

Faz frio. Muito frio. De deixar o nariz gelado e se vestir em camadas de roupa. Deitada, velo o sono de Rubi. Não a deixo dormir um sono profundo. Beijo, abraço, troco de lado e falo sem parar. Eu estive um tanto sozinha, é bom ter ela como companhia. Mas sempre vou fantasiar a vida que eu queria ter. Com meus dois filhos. Não há vazio maior do que aquele que não pode ser preenchido. É como disse outro dia, "ser mãe é fazer chover no deserto".

Se eu tivesse que dizer algo para quem vive a mesma situação, seria:
Chore, nobre mãe. Alivia teu coração. Chore bravamente e deixa esse receio de lado. Jogue fora o que é excesso para o que foi bom ser lembrado outra vez. Repense sua história. Uma, duas, dez vezes. Lembre o porquê e como chegou até aqui. Perceba o quão valioso teu aprendizado é. Não abaixe a cabeça, não sinta pena de si mesma. Acredite em algo, tenha fé, tenha pelo quê viver e ser melhor. Toda essa história de que um filho não substitui o outro é verdade, ao contrário disso, as lembranças doloridas ficam ainda mais pertinentes. Mas você quis ser mãe. E sempre será. Filhos são bons fardos que escolhemos nos doar por inteira. Cada pessoa tem uma história aqui, respeite a de seu filho e aceite a sua.

 

Neste quinze de agosto eu tenho muito do que me orgulhar; ver o quanto cresci como pessoa, mulher e mãe. Aprendi tanto com Benício e aprendo a cada dia com a Rubi. Entretanto aprendi principalmente comigo e descobri que posso enfrentar o que for preciso. Por isso digo que vim a este mundo para ser reprodutora, deixo meus filhos livres para viverem o seu destino e só peço a Deus sabedoria para lidar com cada adversidade da vida.

Feliz quinze de agosto, feliz dia da gestante, feliz 2 anos que sou mãe.

E o Relicário voltou com todo o vapor! :D


 
Doce sonho seria cria-los. Observar enquanto descobrissem o mundo. Me sujar de lama e ser o alvo da guerra de travesseiros. Mas, além dos ensinamentos que Benício deixou em meu coração, o que Rubi receberá são algumas peças que o pertenciam.
 
Muitos me perguntam sobre o que fiz com o que era de meu primogênito. Num primeiro instante eu não fiz nada. Encarei o berço, as roupas, a mamadeira com restinho de leite sob a cômoda, a toalha molhada no varal, meias perdidas pelo chão da casa. Não tinha forças para afasta-lo de meus pensamentos, eu o queria ali, presente, vendo cada pedacinho da minha dor e percebendo o quanto era amado. Sou grata pela força que ele teve para viver, insistiu de uma maneira que poucos que vivem uma vida inteira tem coragem de fazer. Eu o queria vivo, ainda que não pudesse toca-lo.
 
Ao passar dos dias, fui recolhendo um a um cada objeto que encontrava. Eram horas agarrada ao pé do berço, ou até mesmo escondida embaixo do mesmo. Colocava nosso cd de músicas preferidas para tocar, fechava os olhos e podia ouvir teu choro ecoando e aos poucos aliviando. Até que, após criar coragem de colocar o pé para fora de casa, voltei e me deparei com meu marido a desmontar o berço. Tive que encarar que era o momento. Guardado até pouco tempo, uma enchente na cidade em que morávamos fez com que eu o doasse. Mas, as outras coisas foram embora bem antes disso. Inicialmente eram três caixas grandes. Com o tempo, sobrou uma pequena caixa. Nela, coube todo o meu amor: uma chupeta, um mordedor, algumas peças de roupa, fotografias e o tubarão azul.
Guardei roupas que jamais conseguiria ver em outro bebê, a não ser, em outro filho. E, chegou a hora delas saírem da caixa e preencherem com suas cores o enxoval da Rubi.
 
O primeiro macacão que vestimos o Benício. Me remete cheirinho de coisa boa, bonita, nova. É amor! E ninguém tem dúvidas de que é a roupinha que mais amo, risos. E eu posso comprar 100 macacões novos, este, com certeza, será o primeiro que Rubi usará. E o desejo é de perpetuar a herança para os próximos filhos.
A roupinha mais usada pelo Ben, de certo, risos.
Amor infinito por este conjunto. A maioria das vezes que saimos para jantar, ele estava com essa blusinha. Nem me pergunte o porquê, pois, não faço ideia. Acho que mentalmente ele me dizia ser sua preferida.
O conjunto de elefantinho é recordado pelo dia em que meu bebê chorava tanto, mas tanto, que não conseguia vesti-lo. Então abracei-o peladinho mesmo, e ele fez cocô em mim, na toalha, na roupinha, enfim. Sempre me fazia sorrir quando tentava vesti-lo assim novamente.
Este foi presente de uma amiga minha. Benício usava como pijama. Me faz relembrar belas manhãs com cheiro de café fresco e marido na beira da janela observando a rua com o bebê no colo. Numa das minhas fotografias preferidas dos dois juntos, ele está com esse macacão.
Conjunto de frio chega a ser ironia. Ah, como era quente a cidade em que morávamos. Ele ganhou de minha tia, exceto a touca que foi presente de uma das madrinhas. Inesperadamente, aconteceu um dia muito muito frio. Logo coloquei essa roupa nele. E que gostosura, passei uma tarde chuvosa inteirinha o enchendo de beijos e apertos.
Alguns bodys mais usados. Percebam que não guardei roupinhas novas ou que ele quase não aproveitou. A intenção era ter peças que realmente o representasse.
Para quem acha que só guardei itens de maior valor material, com essa blusinha terão a certeza de que há mais sentimento do que tudo. Fazendo compras no hipermercado Extra, me deparei com ela, amei e deixei o papai todo bobo. Farei ele sentir o mesmo com a Rubi.
 
Ufa. Foi muito difícil escrever dessa vez. Imaginam quantos dias demorei para fotografar todas as peças? E, não estão centralizadas porque foi difícil segurar a câmera sem tremer. Estão amarrotadinhas porque assim saíram da caixa, logo lavarei e passarei à espera de um corpinho gostoso para usar.


Na espera pelo bebê, aumenta a preocupação com os cuidados na alimentação mas muitas grávidas se dão ao luxo de desculpas como "posso comer por dois", "ou eu como isso ou eu vomito", "desejo, desejo e mais desejo". Existem coisas que sabemos que faz mal, e mesmo assim, nesta fase, insistimos em comer de vez em quando. Porém, na gravidez, o efeito é muito maior, afinal tudo está sendo dividido com o seu lindo feto. O melhor é garantir seu desenvolvimento com saúde. Esqueça o "comer por dois" e foque em comer pelos dois.
Não só para o bebê, os efeitos de uma alimentação ruim apresentam claros efeitos como tontura, desmaios, moleza. E quem é que consegue curtir uma gestação quando mal consegue levantar da cama ou está sempre reclamando? Por isso, separei alguns alimentos primordiais e outros que é melhor esquecer - pelo menos por enquanto. Obviamente, somente o nutricionista poderá informar o que de fato é melhor para o seu organismo.
 
A alimentação de três em três horas deve ser mais do que respeitada. É que excedendo este período, a taxa de açúcar cai e já começa te deixando indisposta. Se a recomendação era beber no mínimo dois litros de água antes da gestação, agora, está na hora de beber pelo menos três litros de água - com as idas constantes ao banheiro é fácil de desidratar. Em um prato colorido e diversificado é possível encontrar fontes de uma alimentação saudável.
 
Feijão, fígado, ovo e verduras verdes são fontes de Ferro.
Para aumentar a absorção de ferro, ingira vitamina C na mesma refeição, como tomate, brócolis, couve-flor ou limonada por exemplo. Além disso, a vitamina C é antioxidante, então abuse das frutas na hora do lanche e evite flacidez e outros probleminhas indesejáveis.
A vitamina B6 é importantíssima e muitos médicos já recomendam toma-la em capsulas. Além de diminuírem os enjoos, acnes e diversos outros problemas menstruais, alguns estudiosos alegam que deixa o feto mais inteligente. Se é ou não, vale a pena arriscar. Pode ser encontrada em milho, leite e derivados.
Fundamental desde o princípio da gestação, a vitamina B9, mais conhecida como ácido fólico, logo é recomendada em comprimido. Mas há formas naturais de se obter um pouco desta vitamina, como na ingestão de vegetais verde escuros, cerais e frutas cítricas.
Especialmente em meados do segundo trimestres, as cãibras já podem começar a perturbar a rotina da mulher grávida. Para evita-las, o melhor é ingerir boas vontade de Magnésio como banana, água de coco, nozes, frutos do mar e feijão. Além das cãibras, alivia sintomas de fadiga e cansaço.
A vitamina D, presente em ovos, fígado, leite (e derivados) e no banho de sol é importante para fixar o cálcio nos ossos.
 
Estas são apenas as principais. Vamos fazer resumão! Alimentos coringas? Ovo cozido (ferro, cálcio, niacina, tiamina e vitamina A), feijão (ferro, proteína e magnésio), carnes (ferro, proteína, lipídeos, vitamina D e B6), verduras e leguminosas (ferro, vitamina C, ácido fólico, niacina e tiamina), frutas (vitamina C, B9 e A).

E o que não ingerir? Simples. Frituras, muitos doces ao leite (gordura pura que não se dissolve), refrigerantes, café, alimentos gordurosos.
 
Espero ter auxiliado. Este guia serve para tentantes, gestantes, lactantes e pessoas que querem viver com hábitos saudáveis.
 
Nas próximas postagens, vou abrir mão de meus segredos e resenhar sobre minhas receitinhas favoritas neste período.