2º mês
Ela já interagia comigo. Sorria, chorava, gritava, observava. Cada ato meu tinha uma reação imediata. Rubi era curiosa! Virava o pescoço para os dois lados várias vezes em um minuto, parecia até que ia quebrar (risos) ou que ela não queria perder nenhum detalhe do que acontecia ao seu redor. Atendia pelo nome e demonstrava gostar dele. Ainda preferia ser chamada de linda. Parou de golfar imediatamente após eu trocar sua roupa. Continuava não deixando eu limpar seu rosto direito, detestava que eu passasse qualquer pano. Notei várias vezes ela fazendo bolinha de cuspe. Perdeu metade das roupas do seu enxoval (e olha que não foram poucas). Fazia gracinha pra chamar atenção, jogava charme de lado para que conversassem com ela. Ria para as pessoas desconhecidas durante passeios de carrinho. Ah, adorava passear de carrinho e de carro. Dá gargalhadas altíssimas enquanto dorme. Enjoou de Bob Marley for Babies e adorava ouvir música eletrônica. Começou a acompanhar a mamãe nos abdominais, e gostava muito disso. Não gostava de ficar sozinha, reclamava até você não aguentar mais e ceder. Comer devagar? Esquece... ela sempre resolvia sentir fome no mesmo momento, será que era o cheirinho de comida?! Fazia biquinho pra soltar pum. Soltava pum alto igual gente grande, morria de vergonha dela resolver fazer isso em algum lugar incomum e pensarem que foi eu. O cabelo continuava caindo e na raiz já apontava os inevitáveis fios loiros. Pedia para mamar mas na verdade só queria dormir com a face grudada em meu seio. Sentia cócegas nos pés e axilas. Gamou na chupeta redonda. Rolava o berço todo, em questão de segundos lá estava de ponta cabeça. Dormiu com a mamãe o mês inteiro. E me fez mais feliz e apaixonada a cada novo amanhecer. Era possível ver o quanto Rubi preenchia a minha vida apenas me olhando com certo empenho, era visível o quão me tornei mais corada, cuidadosa e sorridente. A vida seguia de maneira natural, doía, mas era gostosa de se viver e redescobrir. Cada dia com Rubi era uma nova cor.

Mais uma vez a vovó Claudia caprichou no Mês Aniversário da Preciosa, em sua casa. Algumas fotos:
Com a vovó Claudia!


 
Faz alguns dias que algo curioso ocorreu mas só agora consegui parar pra escrever sobre.

Rubi estava com seu brinco de bolinha. Até que na madrugada notei que um brinco tinha sumido.

Pela manhã procurei pela casa toda. Embaixo do tapete, da cama, do berço, atrás de móveis, ... e nada de achar o brinco. Ora, um bebê tão pequeno não frequenta tantos lugares, e, naquele dia antes de notar o sumiço do brinco, Rubi foi do berço pra cadeirinha e só.

Passaram-se três dias e eu fui surpreendida. Não costumo olhar todas as vezes que ela faz cocô, às vezes é tão sufocante o cheirinho de iogurte que fica na fralda que eu troco sem ver. Mas naquela vez específica eu quis olhar sabe se lá porquê. Gente... o brinco estava ali! Misturado ao cocô. Rubi havia engolido o brinco! Inúmeras coisas passaram pela minha cabeça, eu chorava desesperadamente e ela me olhava curiosa, sem entender a arte que tinha feito. Chorei por medo do que poderia ter acontecido. Chorei pelo livramento. Chorei de alívio. Chorei agradecendo a proteção e o primeiro milagre do meu anjinho. Chorei e mimei ela como nunca. Alguém ainda dúvida que a saúde dela é de ferro e é blindada por Deus?

Nenhum mal poderá atingir minha preciosa Rubi, amém.

Imagina isso dentro do corpinho dela?! :(


* Mesmo eu não desgrudando dela, isso aconteceu. Não foi descuido.
*Mães de menina, sempre verifiquem a tarraxa e apertem o máximo que puder. Se sua filha for muito agitada, vale repensar o uso de brincos.


... a gente nunca esquece, principalmente se... ah, deixa eu contar desde o início!

A maioria das pessoas que me conhecem, sabem da história do meu filho, do motivo de sua morte, os meus motivos para correr atrás de oportunidade para outros bebês e tudo o que isso transformou em minha vida. Foi um dia imensamente doloroso. Benício morreu poucas horas depois de conseguir transferência para o Prontonil, em Nova Iguaçu. E é aí que as histórias se cruzam.

Essa troca de estações e alternância temporal fez com que meu marido resfriasse. Assim, consequentemente, tossindo em casa, eu resfriei também. Como já era de se esperar, sobrou até para a Rubi. Olha, o primeiro resfriado é torturante. Um bebê tão pequenino não sabe colocar o catarro para fora da garganta, fica tossindo e engasgando toda hora. Spray de soro fisiológico tem que ser de uma em uma hora, com a garganta ruim e o nariz congestionado, ela vai respirar como?! E as febres... chato demais. Mas se você sobreviver ao primeiro resfriado sem se desesperar, estará preparada para os tantos outros que virão. Infelizmente, a imunidade deles é baixa no primeiro ano de vida e não tem o que fazer a não ser cuidar e esperar passar.

Após uma semana nesse ciclo de nariz entupido, tosse com catarro, cansaço e febre, e, sem conseguir marcar um pediatra pelo plano de saúde, resolvemos ir à emergência de um Hospital, pois, ainda que ela estivesse bem seria uma espécie de micro consulta e nos daria um certo alívio.

Barrili estacionou o carro. Eu não conseguia sair. Nem abrir a porta. Minhas pernas tremulavam. Meu corpo suava frio. Minha cabeça rejeitava aquela situação. Não. Eu não podia fazer aquilo. Mas fiz. Saí do carro e peguei a Rubi da cadeirinha. No primeiro passo adiante pude me ver, esticada num banco do lado de fora do Hospital, com muitas pessoas chorando e gritando ao meu redor, mas eu silenciava e olhava para o céu. Era um dia chuvoso, as gotas despencavam e tocavam meu corpo lentamente. Talvez tenha sido o meu maior momento de conexão com Deus e a única vez em que não tive reação ao que me acontecia. Isso fora há quase dois anos. Nada parecido com aquele solzinho aquecido de início de primavera. Eu estava de volta ao Prontonil. O banco já não estava mais lá, mas o vi com toda a clareza de detalhes guardados em meu coração. Segui até a porta do Hospital, foi quando a primeira lágrima caiu. Era inevitável. Olhar para o corredor e me sentir correndo entre tubos, médicos, enfermeiros, bombeiros e sabe se lá Deus mais quem. Segurando meu filho num medo enorme de que, com minha fraqueza, ele caísse. Agarrado ao meu peito, desesperado. Me desesperando. Entrar com Rubi calmamente só me fez sentir falta daqueles últimos momentos avassaladores com meu Benício no colo em vida. Se soubesse, se, ao menos cogitasse o pior, eu teria feito mais devagar, com certeza. Eu não conseguia dizer uma palavra a atendente da recepção. Ela me olhava como quem diz "o que você veio fazer aqui" e eu pensava "não faço ideia". Eu tenho essa mania de cutucar a dor. Todos me olhavam com certo desajeito e eu chorava sem receio. Ninguém ali sabia o que se passava no meu coração, e dane-se. Eu não precisava conter a minha angústia para fazer qualquer outra cena se não a que eu sentia verdadeiramente.

Demorou quase nada. A pediatra de plantão nos chamou e Barrili foi logo explicando toda a nossa vida, ele se sentia mais seguro assim. Como se isso fizesse nossa filha ter mais importância, mais cuidado. E, de certo, eu concordo com ele. Os profissionais da saúde sempre se esforçam ao máximo quando sabem o que nos aconteceu. Ela examinou Rubi criteriosamente e no final disse que era só um resfriadinho mesmo, que eu já estava fazendo a coisa certa e que ela está maravilhosa!

Ao sair, antes de bater a porta voltei para agradecer mais uma vez, a médica estava com lágrimas caídas sobre seu bloco de receituário. Certamente se emocionou em pensar no nosso sofrimento, medo e como qualquer tosse nos apavora.

Voltamos para casa com uma dorzinha latente mas com a certeza de que nossa preciosa estava bem.


Estou bem atrasada. De fato. Mas o blog é um reflexo do que tenho vivido: Estou inteiramente dedicada a Rubi. Penso que a melhor maneira de explicar essa nova fase da vida é com o que melhor eu sei fazer, escrevendo.



--------------------------------------------------------------------------


1º mês
Chegou a menina de doces olhos. Ela era tão branquinha e macia que me lembrava um algodão. Quanta delicadeza havia em seus traços. Não nasceu nem careca como a mãe, nem cabeluda como pai, meio termo. A cada dia seu cabelo caía mais, não via a hora de se tornar loirinho. Eu passei noites em claro. Não porque ela dava trabalho ou era geniosa como a mãe, mas por não querer perder um segundo da sua vida. Tanto medo eu senti. Vou dizer nas claras palavras que rondavam a minha mente: Eu tive medo de que ela morresse e eu não fitasse mais teu doce olhar. Já aconteceu outrora e por isso eu sabia que nossa convivência seria difícil. Eu com minhas aflições. Ela com suas necessidades. Eu assustada, e ela também. Houve um dia em que Rubi engasgou, o primeiro deles - foram tantos. Engasgo normal de bebê guloso que abusa na sucção do peito e se afoga no leite. Mas para mim... ah, era como repetir a mesma cena de quando teu irmão adoeceu, tudo começou num momento de engasgue e os minutos seguintes mudaram minha vida. Era como um teste. Uma tortura talvez. Acredite, eu me mantive calma nessa e em todas as outras vezes que se sucedeu. Não deixei que meus pensamentos atrapalhassem o auxílio que ela necessitava. Me peguei em vários momentos a comparando à Benício. Eles eram parecidos, apenas isso. Em tudo se diferenciavam. Rubi crescia ferozmente! Desde o primeiro dia agarrou meu peito e não soltou mais. Seus olhos se tornaram multicoloridos com o passar dos dias. Hora azul, hora verde, mas acho que já se definiu castanho. Conversava o tempo todo. Exigia atenção, queria beijos e mais beijos. Se felicitava especialmente quando papai e mamãe cantavam e dançavam com ela, fazendo hot dog de Rubi. Foi um mês difícil, cheio de realizações e recordações. Ao mesmo tempo que sorriamos e agradecíamos por tua vida, chorávamos abraçados o receio de teu sofrer. Nos esforçamos. Tentei ser a melhor mãe que ela pudesse querer, espero ter conseguido agradá-la. Ainda não acredito que só nos conhecemos há um mês, eu poderia dizer que a tenho a vida toda.

Algumas fotos do Mês Aniversário feito com todo carinho pela minha mãe:



Dói. É difícil. Tem que insistir. Dá febre. Empedra. Racha. Arde. Enche muito. Ou parece pouco...
É fácil ver essas opiniões por aí numa rápida pesquisa ou perguntando à amigas que já são mães. Não vou dizer que é mentira, é isso, e muito mais.

Nenhum seio é idêntico, assim como nenhuma mãe e sua forma de amamentar. Vou lhe dizer: amamentar é oferecer amor em forma de leite. Por isso é importante que você se dedique. Seu bebê passou nove meses dentro de você, acha que ele não conhece o seu coração? Rubi sabe bem se estou mais agitada, triste, alegre, tranquila. Nós criamos esse elo e você precisa criar com o teu filho também. Acredito que as emoções são transmitidas nesse momento.

O leite a princípio é amarelado e com aspecto "gordo" (foi a definição que o sr. Barrili deu), chamado colostro.  Um pouquinho já irá saciar pois o recém nascido possui reservas de água no estômago. É considerado a primeira vacina por ser rico em proteínas e anticorpos. Ou seja, você precisa oferecer isso para o seu bebê!

Ainda na maternidade
Independente do tipo de parto, ofereça o seio assim que possível. Não espere o bebê chorar e te desesperar tentando segurar ele, o seio e ainda ter que ver se a pega está correta. Não se importe com a quantidade, segure o bebê até que o mesmo largue o seio. Caso tenha dificuldade com a pega, peça ajuda à enfermeira ou pediatra. Em algum momento o pediatra vai lhe visitar para verificar se já conseguiu amamentar, é um pouco constrangedor, mas não se acanhe em pedir ajuda. Na maternidade em que Rubi nasceu, a pediatra chegou me amedrontando. Não é que fosse grosseira, mas me senti um pouco tensa e inibida quando ela disse: "Já trouxeram o bebê? Já conseguiu amamentar? Não basta ter leite, você tem bico? Já te avisaram que você só vai ter alta quando estiver amamentando direitinho?". Sério, ela era sinistra. Mas eu sou mais, risos. No momento em que trouxeram a Rubi do berçário, coloquei a menina para mamar e de primeira acertamos. Sorte? Pode ser. Pois eu penei com meu primeiro filho.

Com Benício, o primogênito, a história foi diferente. Na maternidade, passei a madrugada inteira tentando encontrar uma posição que não doesse por causa da cesárea, eu tinha bico invertido, seios enormes e ele era preguiçoso. Insisti, chorei, achei que não estava saindo nada, fiquei com raiva. Tudo errado, agora eu sei. Até menti para a enfermeira, dizendo que tinha conseguido só pra não dar leite artificial no copinho - não foi negligência minha, como disse logo acima, os recém-nascidos possuem reservas de energia suficientes para ele esperar. Olha, eu sofri. Sofri lá e em casa. Tirava leite na bombinha pra dar à ele na mamadeira, até complementava com leite artificial (vejam só vocês, logo eu que esbanjo jatos de leite! Mas não sabia como tirar do seio), como se eu fosse deficiente e não pudesse amamenta-lo sozinha! Chorei muito por isso, mas não desisti em momento algum. Então, mãezinha que está sofrendo pra amamentar, eu conheço o teu coração. Não desista. Eu sofri porque fui uma mãe boba que não pediu ajuda.

Sobre a pediatra, ela voltou pra me fiscalizar e eu estava sentada com a Rubi mamando ferozmente. Perguntei se estava sugando corretamente e ela disse: "Está perfeito, as outras mães estão sofrendo pra conseguir, parabéns!". Ai que orgulho, minha gente!!!

Lar doce lar
Nada como estar em casa. Especialmente para sentar na minha queridíssima cadeira de amamentação, com minha maravilhosa almofada de amamentação, com meu abajur para amamentação, risos. Eu achava tudo isso desnecessário, mas preparar um cantinho especial foi fundamental para dar tudo certo. Os primeiros dias são complicados devido ao cansaço por causa do parto e adaptação a nova rotina.

Entre o primeiro e terceiro dia o leite desce, este é mais branquinho e "ralo" (definição do sr. Barrili) e provavelmente as mamadas serão mais longas e em períodos curtos e com o tempo o organismo do bebê e o seu vão se adequando ao necessário. Até lá pode ocorrer o excesso de leite, como no meu caso. Nessa fase era tanto leite que eu tinha que extrair com a bombinha antes e após a mamada. Sim. Eu passei dias inteiros tirando leite e amamentando. Nesta fase o recém-nascido mama de dez à 20 minutos em casa seio, mas não se preocupe em ficar trocando ele de seio em todas as mamadas, às vezes sete minutinhos em um só seio já são suficientes para ele. Bebês choram se estão com fome, não se preocupe.

Auxiliares à amamentação
Meu extrator de leite é da Avent, entretanto, certamente, numa futura gestação vou optar pelo elétrico da mesma marca. Parece frescura mas experimente ordenhar o dia inteiro! Meus dedos quase atrofiaram, risos.
Além disso, precisei de conchas coletoras de silicone da Avent. Levei vários banhos de leite com ela, pois enchia rápido demais e então passei a usar mais o Absorvente para seios da Johnson. Entenda, eu tenho MUITO leite.
Tenho também mamadeiras (kit com três) e esterilizador de mamadeira (o qual o marido me fuzilou quando abriu a caixa e viu que era só um pote com furinhos que vai ao micro-ondas)... sério, nem sei se vou usar esses trecos. Acho que comprar mamadeira antecipadamente é um tiro no escuro. Rubi nem sabe o que é isso.

Quando o leite parece insuficiente
Não existe essa história de "parei de amamentar porque tinha pouco lente", pode até ser, mas se completarmos com "... e não persisti o quanto deveria.". Afinal, amamentação requer insistência. Se o bebê fica inquieto durante a mamada, parece irritado e com fome pouco tempo após, sua produção pode estar baixa. Alguns métodos naturais podem ajudar como beber muita água, evitar chupeta (para que o bebê passe mais tempo estimulando o seio), esvaziar os seios após a mamada (quando se esvazia totalmente a produção é estimulada), tomar chá de erva-doce.

Dar leite artificial pode ser uma prescrição do pediatra mas lembre-se que pouco é melhor que nada, não deixe de oferecer o seio. Se essa for a sua alternativa, tente antes disso um medicamento prescrito pelo pediatra específico para aumentar a produção, o leite que sai de seu corpo é muito mais saboroso e valioso.

Bebê preguiçoso
Eu já tive um recém-nascido preguiçoso e sei bem o que é isso. Se o seu não acorda para mamar, experimente tirar algumas peças de roupa e pode até deixa-lo peladinho. até que desperte. Outra alternativa é amamentar com o bebê mais sentado do que deitado.

Leite empedrando
Água quente ou fria? Essa é a dúvida. Se já tiver empedrado, água quente, de preferência no chuveiro e fazendo leve massagens até desobstruir cada "pedrinha" e ordenhar o excesso. Caso os seios estejam muito cheios e sem pedras, uma toalha umedecida com água fria ajuda a diminuir a produção de leite.

Pra relaxar
É normal que como mãe fiquemos receosas mas aqui vão alguns sinais de que está tudo certo:
O cocô é esverdeado escuro nos primeiros dias e logo se torna amarelo-gema;
A fralda fica encharcada de xixi;
O bebê está cada dia mais pesado;
Parece esperto e responde sinais tais como o som da voz.

Pós-mamada
Muito importante e pouco citado, os minutos após a mamada devem ser levados em conta ou o seu trabalho será prejudicado. Colocar o bebê pra arrotar é fundamental para que aquele arroto preso não faça ele golfar ou se transformar em gases intestinais acarretando as temíveis cólicas. De pé, com o recém-nascido em posição vertical apoiado no ombro, dê leves batidas sincronizadas nas costas. Aguarde 10 minutos antes de deita-lo.


Quase nada é tão gostoso quanto ver seu bebê crescendo e saber que você é a fonte de alimento que ele precisa para isso. Eu amo amamentar. Atualmente, em vinte um dias de amamentação, estamos tão sincronizadas que eu consigo amamentar, comer e visualizar mensagens no facebook ao mesmo tempo ha-ha-ha
Minha produção de leite ainda é excessiva, por isso estou doando. Sou adepta da amamentação solitária, reservada à mãe e ao bebê com clima tranquilo.
O segredo é não desistir!


Espero ter ajudado as futuras ou recém mães!
Próximo post sobre amamentação é "Amamentação emagrece ou engorda?", não percam!